A desigualdade brasileira em 6 gráficos: os principais dados do novo estudo da Oxfam

A desigualdade brasileira em 6 gráficos: os principais dados do novo estudo da Oxfam
A desigualdade brasileira em 6 gráficos: os principais dados do novo estudo da Oxfam

Comunidades da Vila Andrade contrastam com o luxo de mansões do Panamby, na Zona Sul de SP — Foto: Celso Tavares/G1

A desigualdade no Brasil vai além das diferenças de renda. Embora os indicadores sociais tenham melhorado nos últimos anos, a concentração de riqueza no topo da pirâmide continua aumentando.

Segundo a Oxfam Brasil, esse cenário também concentra cada vez mais poder político e econômico.

O relatório Um Retrato das Desigualdades Brasileiras: Poder, Privilégio e a Captura da Democracia, divulgado no mês passado, mostra que o 1% mais rico concentrou 24,3% de toda a renda do país em 2023 e deteve 37,3% da riqueza declarada.

Para a organização, esse cenário amplia a capacidade dos grupos mais ricos de influenciar eleições, políticas públicas e decisões do Estado, enquanto mulheres, pessoas negras e outros grupos historicamente excluídos continuam sub-representados nos espaços de poder.

Para chegar a essas conclusões, a pesquisa reuniu dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Receita Federal, do Ministério da Fazenda e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de estudos nacionais e internacionais sobre renda, patrimônio, tributação e representação política.

A seguir, veja os principais resultados do estudo em seis gráficos.

A distância entre ricos e pobres diminuiu nos últimos anos, mas continua elevada, segundo o relatório.


📰 Fonte: g1.globo.com

💬 Comentários (0)

Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.