Álvaro Puche, personal trainer, sobre andar na praia: “Depois dos 40, 50 e 60 anos, é melhor caminhar na areia molhada, pois ela não gera tanta instabilidade nas articulações, como tornozelos, pés, joelhos e quadris, quanto a areia seca”

Álvaro Puche, personal trainer, sobre andar na praia: “Depois dos 40, 50 e 60 anos, é melhor caminhar na areia molhada, pois ela não gera tanta instabilidade nas articulações, como tornozelos, pés, joelhos e quadris, quanto a areia seca”
Álvaro Puche, personal trainer, sobre andar na praia: “Depois dos 40, 50 e 60 anos, é melhor caminhar na areia molhada, pois ela não gera tanta instabilidade nas articulações, como tornozelos, pés, joelhos e quadris, quanto a areia seca”

Caminhar na praia representa um hábito prazeroso e acessível, mas o tipo de piso escolhido define diretamente a sobrecarga física. Para pessoas maduras, optar pela faixa compactada garante uma estabilidade corporal indispensável, evitando sobrecargas repentinas no joelho ao longo de todo o passeio.

O avanço da idade exige atenção com as estruturas articulares durante qualquer atividade física regular. Conforme os anos passam, o corpo responde de maneira sensível aos desníveis do solo, tornando o impacto repetitivo prejudicial para o tornozelo quando a base cede continuamente.

O treinador Álvaro Puche explica que caminhar sobre uma base consistente reduz as solicitações exageradas nas pernas. Essa orientação ganha destaque após os quarenta anos, momento em que a firmeza sob os passos ajuda a preservar o quadril contra torções provocadas pela inclinação praiana.

A faixa banhada pelas ondas apresenta uma compactação natural que oferece sustentação uniforme aos membros inferiores. Ao tocar esse solo mais denso, cada passada ocorre sem afundamentos abruptos, protegendo o pé contra desalinhamentos repentinos que costumam sobrecarregar as cartilagens durante os treinos.

Essa superfície compacta permite uma distribuição equilibrada das forças geradas pelo contato com o chão. Dessa maneira, pessoas com cinquenta ou sessenta anos mantêm a segurança biomecânica indispensável, garantindo um exercício fluido que poupa tendões e ligamentos sem sacrificar o rendimento cardiovascular diário.

Abaixo, confira o vídeo do canal Sergio Sánchez Trainer no YouTube com orientações práticas sobre este tema:

Ao pisar em trechos secos e fofos, o solo cede a cada movimento, exigindo esforço redobrado da musculatura estabilizadora. Essa variação contínua de profundidade provoca grande instabilidade mecânica, forçando tendões a realizar correções imediatas que sobrecarregam intensamente a articulação durante todo o trajeto.

Esse desgaste acumulado não significa abandonar completamente as partes secas, mas exige cautela redobrada dos praticantes com mais idade. Sem os devidos cuidados, compensações posturais repetitivas desencadeiam episódios severos de dor crônica, elevando o risco de lesão nos tecidos conectivos da perna.


📰 Fonte: catracalivre.com.br

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