
Movimentações do ministro André Mendonça nos bastidores incendiaram o STF com o intuito de queimar Alexandre de Moraes
Antes de ser ministro do STF e atualmente também vice-presidente do TSE, André Mendonça é pastor presbiteriano. Aliás, dizem que ele foi escolhido pela família Bolsonaro para o STF exatamente por ser “terrivelmente evangélico”, e teve sua nomeação efusivamente comemorada pela ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, que chegou a “orar em línguas” em êxtase espiritual.
Mas, em política, o “terrivelmente evangélico” revelou-se terrivelmente bolsonarista, desde que assumiu a função de ministro da Justiça do ex-presidente Bolsonaro com a missão primeira de estancar a investigação da Polícia Federal que ameaçava mandar para a prisão o filho 01, atual candidato a presidente Flávio Bolsonaro, no caso das rachadinhas, quando milhões de reais dos funcionários de seu gabinete foram desviados para o clã. Desde então, Mendonça cumpre a missão que lhe foi destinada por aquele a quem ele deve o cargo no STF.
Não é de outro modo que age agora, protegendo Flávio Bolsonaro na investigação do Banco Master, onde ele foi flagrado em conversas pedindo milhões ao banqueiro, sem que seu sigilo fiscal, bancário e telefônico tenha sido pedido por Mendonça.
Agora, o pastor no STF resolveu incendiar o Supremo pra ver se consegue o impeachment de Alexandre de Moraes — na visão dos bolsonaristas, o grande algoz de Bolsonaro — como retribuição pelo cargo Supremo, que já he rendeu contratos milionários em seu instituto.
É sobre esse momento infernal do Supremo o comentário de Antonio Mello neste Fórum Mídias, que acumula mais de 60 mil visualizações.
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📰 Fonte: revistaforum.com.br
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