
Jesse Eisenberg declinou de convite para voltar a interpretar o fundador da Meta na continuação de “A Rede Social”
O ator Jesse Eisenberg ficou mundialmente conhecido por interpretar Mark Zuckerberg no filme “A Rede Social”, lançado em 2010 e dirigido por David Fincher. O longa se tornou um fenômeno e venceu três Oscars: Roteiro Adaptado, Trilha Sonora Original e Edição.
À época de seu lançamento, o WhatsApp ainda não existia, e o Instagram ainda era uma rede social underground, voltada exclusivamente para fotos e restrita a pequenos círculos.
Dezesseis anos após o lançamento de “A Rede Social”, Mark Zuckerberg se tornou uma das figuras mais poderosas do mundo: fundou a Meta, empresa que controla o Facebook, o Instagram e o WhatsApp. As big techs, por sua vez, passaram a ocupar papel central na nova etapa do capitalismo.
O fato é que o filme “A Rede Social” se tornou, digamos, obsoleto diante de tudo o que aconteceu desde então. Por conta disso, o roteirista Aaron Sorkin resolveu retomar a trama de “A Rede Social” para abordar o outro lado das redes: o vício, o feed infinito e a substituição de governos.
Para tanto, Jesse Eisenberg foi convidado a interpretar novamente Zuckerberg nos cinemas. No entanto, o ator se tornou um militante antirredes sociais e um crítico contundente do fundador da Meta.
À revista Vanity Fair, Aaron Sorkin, que, além do roteiro, também assina a direção da continuação de “A Rede Social”, afirmou que insistiu muito para que Jesse Eisenberg voltasse a interpretar Zuckerberg, mas não houve acordo.
“Ele simplesmente não quer mais ser confundido com Mark Zuckerberg. Ele não gosta de adolescentes vindo falar com ele em aeroportos com cartões de visita e dizendo ‘eu sou CEO, bitch’ para ele autografar”, revelou Aaron Sorkin.
📰 Fonte: revistaforum.com.br
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