/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/u/n/UJiD0QQWmthVHtos0Yww/0dc74ec0-3436-11f1-9d5c-8ba507d7dbde.jpg)
Por que o PIX entrou na mira de Donald Trump? Entenda
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) saiu em defesa do PIX nesta terça-feira (2) após o sistema de pagamentos instantâneos ser citado em uma investigação comercial dos Estados Unidos que pode resultar em tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
Na visão dos EUA, o PIX pode representar uma vantagem “injusta” que pode restringir o comércio americano. A decisão final sobre a nova taxa pode sair até 15 de julho.
Em nota, a entidade afirmou que o PIX não é um produto comercial, mas uma infraestrutura de pagamentos criada pelo BC para ampliar a concorrência e facilitar transações financeiras.
Segundo a federação, as avaliações do governo americano sobre o sistema carecem de esclarecimentos adicionais sobre seu funcionamento.
A nota foi divulgada após o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) divulgar as conclusões de uma investigação aberta em julho de 2025, por determinação do presidente Donald Trump.
Segundo a Febraban, o sistema brasileiro opera sob um modelo aberto e não discriminatório, permitindo a participação de bancos, fintechs e instituições financeiras nacionais e estrangeiras.
A entidade ressaltou que não há restrições à entrada de novos participantes, independentemente do porte ou da origem da instituição. Como o PIX é um meio de pagamento local e opera em reais, a única exigência é que as empresas atuem no Brasil e sigam as regras estabelecidas pelo Banco Central.
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.