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O gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu às informações de que os vazamentos de dados e documentos relacionados do caso Lulinha poderiam ter origem no próprio tribunal.
A manifestação ocorre após os advogados da lobista Roberta Luchsinger apresentarem um pedido para ampliar a investigação sobre os vazamentos. A defesa quer que a apuração inclua também agentes que tiveram acesso às informações do caso, mesmo que não estejam lotados na Polícia Federal.
É o caso de dois delegados que trabalham no gabinete de André Mendonça. De fato, um desses delegados tem desavenças com a atual direção da PF, o que é um dos focos de tensão entre as duas partes.
Os agentes da PF da equipe de André Mendonça não atuam em investigações. O gabinete negou também que um deles tenha atuado em dossiês antifascistas, quando Mendonça era ministro da Justiça.
"O que há de concreto é o reforço do ministro para que esses vazamento a sejam investigados", resume um assessor de Mendonça.
Ministro André Mendonça. — Foto: Luiz Roberto/TSE
📰 Fonte: g1.globo.com
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