/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/t/f/MvwAWuTc2v50HPJ5ddrA/70990c28-7790-4a72-bfe3-36a8ddee1a2a.png)
Emissões de gases do efeito estufa podem provocar aquecimento maior do que o previsto, apontam novas evidências. — Foto: AFP via Getty Images
No mês de julho, o Reino Unido registrou recordes de calor. E, paralelamente, surgiu uma curiosa discussão no X, em relação à ciência climática.
O vice-líder do partido de direita radical Reform UK, Richard Tice, compartilhou uma reportagem do jornal britânico The Telegraph com o título: "As ondas de calor causadas pela queda da poluição".
Ele afirmou que o ar mais limpo, não o dióxido de carbono, seria responsável pelo aumento das temperaturas e que a população teria sido "ludibriada".
Tice estava errado ao indicar que o dióxido de carbono não seria o principal causador do aquecimento global. Mas a ciência distorcida por ele é real — e muito mais interessante que sua afirmação original.
Os combustíveis fósseis que estamos queimando há mais de um século produzem dois tipos muito diferentes de poluição.
Como sabemos, o dióxido de carbono aquece a Terra. Mas a poluição por enxofre é muito menos conhecida.
Ela forma imensas quantidades de minúsculas partículas no ar, que refletem a luz do Sol de volta para o espaço. Este processo combate, em parte, o efeito do carbono sobre o aquecimento.
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.