/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/b/7/jOA4AQTuqatkmBBFnbYg/2026-05-07t230320z-1951259682-rc2k4lamp3gn-rtrmadp-3-soccer-world-cup-usa.jpg)
Trabalhador instala novo gramado do MetLife Stadium, em Nova Jersey, estádio que receberá jogos da Copa do Mundo de 2026, incluindo a final — Foto: Angelina Katsanis/Reuters
Os procuradores-gerais de Nova York e Nova Jersey anunciaram, nesta quarta-feira (27), a abertura de uma investigação "sobre as práticas de venda de ingressos da Fifa" para a Copa do Mundo de 2026, que começa em 11 de junho.
Em um comunicado conjunto, a Procuradora-Geral de Nova York, Letitia James, e a Procuradora-Geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, afirmaram que os preços dos ingressos para as partidas da Copa do Mundo de 2026 "ultrapassaram em muito os preços de qualquer edição anterior da Copa do Mundo".
A Fifa implantou pela primeira nesta Copa vez a política de "preços dinâmicos" para ajustar os valores dos ingressos com base na demanda.
Reclamações de torcedores e alegações de que alguns pagaram por ingressos para um determinado setor do estádio, mas receberam assentos menos desejáveis, chamaram a atenção de autoridades estaduais.
Quando questionado sobre o motivo do aumento dos preços dos ingressos desde o início das vendas em outubro, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu a entidade em vários pontos, apontando para a oferta limitada de ingressos para um evento com demanda mundial.
Os procuradores-gerais confirmaram que estão buscando informações sobre a estrutura geral de preços do evento, a estrutura de preços por setor, a localização dos assentos e outros detalhes relacionados às oito partidas da Copa do Mundo programadas para serem disputadas no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey.
As quartas de final, a semifinal e a final, em 19 de julho, serão realizadas no MetLife Stadium.
📰 Fonte: g1.globo.com