
O Estádio Azteca, na Cidade do México, palco da estreia da Copa do Mundo de 2026 no confronto entre México e África do Sul nesta quinta-feira (11), já se tornou um símbolo da história dos Mundiais e se consolidou como o mais importante da história.
O Azteca foi um lugar de consagração de gênios do futebol como Pelé e Maradona, mas também pode ser o de despedidas de ídolos da nova geração, como Messi e Cristiano Ronaldo. Com o início desta edição, o estádio torna-se o primeiro na história a receber partidas de três edições diferentes do torneio (1970, 1986 e 2026).
Até hoje, o local já recebeu 19 jogos, mas deve chegar a 24 partidas até o final da competição.
Em um passeio pela história, a mística do "Colosso de Santa Ursúla" foi construída ao redor de momentos emblemáticos para o futebol.
Em 1970, primeira vez que o México sediava uma Copa do Mundo, o Estádio Azteca foi o palco da "coroação do Rei Pelé", quando ao lado de craques como Tostão, Jairzinho, Gérson e Rivelino, a Seleção Brasileira conquistou o tricampeonato mundial.
No dia 21 de junho, o Brasil derroutou a seleção da Itália por 4 a 1, com direito a gol e assistência de Pelé para os mais de 100 mil torcedores que estavam presentes no estádio, e se sagrou a maior campeã de Copas.
Na mesma edição, o Azteca ainda recebeu o chamado "Jogo do Século", disputado entre Alemanha Ocidental e Itália pela semifinal da competição. A paritda acabou em 4 a 3 para os italianos.
Dezesseis anos depois, em 1986, o Estádio Azteca tinha uma nova figura para abrilhantar a competição. Dessa vez, os pés de Diego Armando Maradona é que encantariam o mundo. Ou talvez as mãos.
📰 Fonte: cnnbrasil.com.br
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