/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/6/Y/s062vdSYmGSK6yycXYvg/flavio-bolsonaro-live-23-set.jpg)
Flávio Bolsonaro durante live na noite de 23 de setembro — Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu na noite desta quarta-feira (23) um novo programa para reduzir o endividamento dos brasileiros e criticou a ausência do Brasil do Escudo das Américas -- grupo criado pelo presidente americano Donald Trump com aliados na América Latina.
Em uma live nas redes sociais, o senador apresentou um programa chamado SOS Brasil. Segundo ele, a proposta prevê alianças com a iniciativa privada para gerar receitas e auxiliar no pagamento das dívidas.
De acordo com Flávio Bolsonaro, as estratégias de ganhos de recursos envolvem sair da partilha do petróleo para a concessão de extração, vender dívidas da União para a iniciativa privada (que compra por valor menor e depois recebe a quantia integral) e a administração dos imóveis federais.
"A gente estima que, nesse fundo, a gente vai ter aproximadamente algo em torno de R$ 3 trilhões. O que que eu vou fazer com esses R$ 3 trilhões? Uma parte eu vou usar para pagar dívida do governo primeiro", diz, alegando que o pagamento da dívida pública poderá acarretar na diminuição da taxa Selic.
O senador afirmou que, caso eleito, fará "um governo moderno, um governo enxuto com corte de despesa".
Ainda na live, feita no YouTube, Flávio Bolsonaro criticou o discurso feito pelo presidente Lula na Assembleia das Nações Unidas, nos Estados Unidos. Na oportunidade, o presidente disse que o Brasil "não cabe no quintal de ninguém".
'O Brasil não cabe no quintal de ninguém', diz Lula em discurso na ONU
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.