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Pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) — Foto: Reprodução
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (15) que o Bolsa Família se tornou um “direito adquirido” da população brasileira e que ninguém poderia acabar com o programa.
Durante participação no VEJA Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo, Flávio Bolsonaro também defendeu que os beneficiários continuem recebendo o auxílio por um período mais longo depois de conseguir um emprego formal ou abrir uma empresa.
Segundo o senador, o receio de perder imediatamente o benefício desestimula parte dos beneficiários a buscar a formalização. Ele afirmou que muitas pessoas atendidas pelo programa já trabalham informalmente.
Durante o governo do pai, Jair Bolsonaro (PL), o Bolsa Família foi extinto, em 2021, e substituído pelo Auxílio Brasil. O novo programa começou a ser pago com benefício mínimo de R$ 400.
Em 2022, o valor foi elevado para R$ 600, mas o acréscimo de R$ 200 tinha validade apenas até o fim daquele ano. Em 2019, o governo Bolsonaro também pagou uma 13ª parcela do Bolsa Família, medida que não foi mantida nos anos seguintes.
Ao comentar o programa durante a entrevista, Flávio afirmou que o pai havia triplicado o valor do benefício, Flávio disse que pretende ampliar o período de proteção para quem deixar a informalidade, com o objetivo de dar mais segurança às famílias durante a transição.
O pré-candidato também defendeu a criação de iniciativas diferentes de acordo com o perfil de cada beneficiário. Entre as medidas citadas estão acesso à internet de alta velocidade, microcrédito, educação financeira e redução da burocracia para a abertura de pequenos negócios.
📰 Fonte: g1.globo.com
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