Governo Trump aplica novo tarifaço para Brasil e outros 59 países; veja a lista dos afetados

Governo Trump aplica novo tarifaço para Brasil e outros 59 países; veja a lista dos afetados
Governo Trump aplica novo tarifaço para Brasil e outros 59 países; veja a lista dos afetados

O presidente dos EUA, Donald Trump, em reunião com o presidente libanês, Joseph Aoun (não aparece na foto), no Salão Oval da Casa Branca, em Washington. — Foto: Evelyn Hockstein / Reuters

Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) que vão aplicar uma tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros. A taxa corresponde ao teto previsto nesta etapa da investigação comercial sobre trabalho forçado e entra em vigor à 0h01 desta sexta-feira (24). Para além do Brasil, outros 59 países também serão afetados pela nova medida de Donald Trump.

Nesta fase, os EUA estabeleceram duas alíquotas. Países que, na avaliação do governo americano, adotaram medidas para proibir a importação de bens produzidos com trabalho forçado pagarão 10%. Já aqueles considerados insuficientes nesse combate, caso do Brasil, estarão sujeitos à taxa de 12,5%.

A decisão é resultado de uma apuração conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Segundo o governo americano, o processo concluiu que esses países adotam práticas comerciais desleais ao não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

Confira abaixo a lista completa dos países que serão atingidos pelas novas tarifas:

Tarifaço de Trump: EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado para Brasil e outros parceiros comerciaisTarifaço de Trump: EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado para Brasil e outros parceiros comerciaisTarifa de 12,5% (54 economias)

No documento divulgado nesta quinta-feira, o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) afirmou que o Brasil está entre os países que "falharam em impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado".

O órgão acrescentou que a decisão levou em conta as conclusões da investigação, as contribuições recebidas durante a consulta pública e as orientações do presidente Donald Trump.


📰 Fonte: g1.globo.com

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