
O PSB (Partido Socialista Brasileiro) realizou sua convenção nacional para homologar a candidatura de Geraldo Alckmin à vice-presidência da República, na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao Hora H, João Campos, presidente nacional do partido, avaliou o momento político e defendeu com convicção a aliança entre os dois líderes.
"A aliança de Lula e Alckmin, do PT e do PSB, ela vai ser mais uma vez decisiva para uma vitória nas eleições desse ano", afirmou João Campos, destacando a unidade do partido em torno da candidatura em todo o país.
João Campos também comentou a chegada de novas lideranças ao PSB, como Simone Tebet e Soraya Thronicke, descrevendo as filiações como parte de uma construção alinhada à estratégia eleitoral nacional.
"A própria filiação da Simone Tebet e da Soraya, que são grandes quadros da política brasileira, são construções que mostram o alinhamento de projetos políticos", disse.
Segundo ele, o movimento foi realizado em mais de 13 estados, com palanques liderados pelo PSB nos 27 estados do Brasil, todos em sintonia com o apoio à candidatura de Lula e Alckmin.
Questionado sobre o papel de Alckmin em meio às tensões comerciais e diplomáticas — incluindo críticas do presidente argentino, Javier Milei, ao governo brasileiro —, João Campos destacou a importância da dupla na divisão de tarefas.
"O vice-presidente Geraldo Alckmin teve um papel decisivo de dialogar com o setor produtivo nos momentos mais críticos da vida brasileira, com a sua grande credibilidade", afirmou.
Para João Campos, Lula, por sua vez, atuou na linha de frente da interlocução internacional, defendendo a soberania brasileira. "Essa dobradinha de Lula e Alckmin não apenas foi importante para vencer uma eleição, mas mostrou que foi importante para governar junto", completou.
📰 Fonte: cnnbrasil.com.br
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