/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/n/N/mSBVr6ROyGuJwk5KykRw/daniel-vorcaro-e-thiago-miranda-4-.jpg)
Deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Aldredo Gaspar (PL-AL) — Foto: Waldemir Barreto e Andressa Anholete/Agência Senado
O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), acionou a Polícia Legislativa Federal após ter sido procurado pelo comerciante Luiz Antônio Lopes com a informação de que o também deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) havia montado um esquema para forjar uma denúncia de estupro contra ele.
Gaspar registrou boletim de ocorrência no dia 14 de abril. No dia 23 daquele mês, a Polícia Legislativa ouviu o Luiz Antônio Lopes. As informações já obtidas pela Polícia Legislativa foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A TV Globo teve acesso ao depoimento do comerciante (detalhes abaixo).
Lindbergh nega a acusação e ingressou nesta segunda-feira (10) no STF com uma ação em que pede a suspensão e a nulidade da investigação conduzida pela Polícia Legislativa.
Segundo o comerciante, em depoimento à Polícia Legislativa, durante um dia de trabalho em um quiosque em um shopping no Rio de Janeiro, do qual é proprietário, ele percebeu a movimentação de um grupo de pessoas ligadas ao deputado Lindbergh Farias (PT) e soube, por um terceiro, que se tratava da preparação de uma entrevista falsa acusando Gaspar de estupro.
Uma jovem desse grupo, que segundo Luiz Antônio Lopes, ganhou a sua confiança, disse a ele que recebia pagamentos de R$ 2 mil a R$ 10 mil para sustentar a farsa. Luiz Antônio Lopes citou no depoimento o envolvimento de um assessor de Lindbergh, cujo nome seria Lucas.
TV Globo checou e não verificou nenhuma pessoa com esse nome entre os contratados pelo gabinete do deputado.
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.