/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Y/M/AqhuIvSQugrSZnSSK9yA/ap26181014329847.jpg)
Terremoto na Venezuela: imagem aérea mostra edifícios em Caraballeda, no estado de La Guaira, na Venezuela, em 29 de julho de 2026. — Foto: Miguel Medina/AP
Mais de 100 pessoas que haviam acabado de ser deportadas dos Estados Unidos estavam hospedadas em um hotel quando terremotos atingiram a Venezuela e estão desaparecidas, desencadeando uma corrida para encontrar sobreviventes e corpos soterrados sob os escombros, segundo relatos de sobreviventes.
Um voo de deportação partiu de Miami e chegou à Venezuela poucas horas antes dos terremotos de quarta-feira. A bordo estavam 146 venezuelanos, incluindo 19 mulheres e sete crianças, de acordo com o ICE Flight Monitor, uma iniciativa da Human Rights First que monitora voos de deportação. Eles foram levados para um hotel em La Guaira.
Cachorrinha é encontrada com vida cinco dias após terremoto na Venezuela
Lisbeth Portillo, de 58 anos, contou que conseguiu escapar dos escombros do hotel junto com cerca de outras 20 pessoas deportadas, que caminharam pelas ruas em busca de ajuda. Eles viram pessoas correndo, algumas nuas e outras descalças, enquanto saíam dos destroços do edifício em La Guaira, uma das áreas mais afetadas pelos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 de quarta-feira.
"Caminhamos cerca de cinco quilômetros, e eu chorei e chorei... não havia comunicação", disse Portillo em uma entrevista por telefone de sua casa em Maracaibo, na Venezuela.
Eles chegaram a um posto da Guarda Nacional, onde conseguiram telefonar para seus familiares.
O governo venezuelano afirma que mais de 1.700 pessoas morreram.
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.