Mercúrio retrógrado pode afetar o jogo do Brasil? Astrólogo explica

Mercúrio retrógrado pode afetar o jogo do Brasil? Astrólogo explica
Mercúrio retrógrado pode afetar o jogo do Brasil? Astrólogo explica

A seleção brasileira está se preparando para as oitavas da Copa do Mundo 2026 contra a Noruega. No entanto, após a vitória suada contra o Japão, na última segunda-feira (29), os brasileiros têm se preocupado sobre as chances reais de sucesso na próxima partida.

Brasil e Noruega entram em campo neste domingo (5) às 17h. Para se preparar, o astrólogo Gabu Camacho analisa o trânsito astrológico e as possibilidades de vitória da seleção brasileira.

O ponto inicial é compreender que o período do Mercúrio retrógrado, que vai de 29 de junho a 23 de julho de 2026, é um momento astrológico em que podem surgir falhas e desentendimentos.

“Mercúrio rege a comunicação, a estratégia, a logística e os reflexos rápidos. Ele simboliza a nossa mente na astrologia, e, quando está retrógrado, mostra algo que precisamos ter cuidado ou pensar duas vezes antes de fazer”, explica Camacho.

Durante os próximos jogos, Mercúrio estará retrógrado no signo de Câncer, um signo de água, muito emocional, que pode mudar o ritmo dos jogos.

“O que vale não é a velocidade física, mas sim a inteligência emocional. Podemos também esperar falhas de comunicação em campo, mal-entendidos entre arbitragem e VAR, e estratégias táticas revisadas de última hora — e que muitas vezes podem ser mal compreendidas. Ganha quem souber lidar com o imprevisto e mantiver o sangue frio”, afirma.

O astrólogo ainda enfatizou que o Brasil é um país movido pela paixão, pelo afeto e pelo calor da torcida, que são características muito cancerianas. “No último jogo contra o Japão, vimos jogadores como o Vini Jr. pedindo apoio da torcida, e isso muda completamente a forma como a mente dos jogadores aparece em campo. No entanto, Mercúrio retrógrado em Câncer também exige que a seleção olhe para dentro, para a sua base, para o seu entrosamento de bastidores”, diz ele.

“O risco aqui é o excesso de sentimentalismo, o peso da cobrança afetar o foco ou ‘se deixar vencer’ por um jogo que começa mais fraco”, enfatizou. Camacho reforçou que, se a equipe canalizar essa energia da torcida para blindar o emocional e jogar “pela família” que construíram ali dentro, eles transformarão a vulnerabilidade em uma “fortaleza imbatível”.


📰 Fonte: cnnbrasil.com.br

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