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Manifestantes protestam por medidas para conter despejos e aliviar a crise habitacional em Madri, Espanha, em 3 de outubro de 2026 — Foto: REUTERS/Juan Barbosa
Dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de Madri e de outras cidades espanholas neste sábado (3) para cobrar medidas contra a crescente crise habitacional. Os protestos ocorreram um dia após o Parlamento rejeitar propostas apresentadas pelo governo.
Alguns manifestantes carregavam cartazes pedindo uma greve geral. As medidas rejeitadas haviam sido elaboradas após a revolta provocada pelo despejo de uma mulher de 87 anos em Madri e em meio a outros problemas relacionados à moradia.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, poderá convocar uma eleição antecipada em novembro após o projeto ser rejeitado pelo Parlamento, informou a imprensa espanhola na sexta-feira (2).
Segundo os relatos, Sánchez estaria acompanhando a dimensão dos protestos deste sábado antes de tomar uma decisão.
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O gabinete de Sánchez não quis comentar as informações. Na cidade de Valência, no sudeste do país, manifestantes entraram em confronto com a polícia, que usou balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersar o ato.
Cerca de 30 manifestantes conseguiram entrar na Cidade das Artes e das Ciências, um importante complexo cultural local, mas foram retirados pela polícia. Outras manifestações em 50 cidades espanholas ocorreram de forma pacífica.
📰 Fonte: g1.globo.com
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