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Presidente do Paraguai compara abertura da Ponte da Integração no Paraná
O presidente do Paraguai Santiago Peña afirmou que a abertura da Ponte da Integração Brasil–Paraguai, entre Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, e Presidente Franco, no país vizinho, exigiu um esforço "ainda mais difícil" do que a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo e que ficou sob restrições devido ao conflito entre Irã e Estados Unidos. Atualmente, o canal está em reabertura gradual.
A declaração foi feita nesta terça-feira (30), durante a Cúpula do Mercosul, em Assunção, na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos demais chefes de Estado do bloco — com exceção do argentino Javier Milei.
A ponte citada por Penã demorou mais de 30 anos para sair do papel. Veja o histórico mais abaixo.
O Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. Após ataques militares na região em fevereiro, a região ficou com a navegação comprometida, o que elevou a tensão no mercado internacional de energia. Nas últimas semanas, Irã e EUA firmaram um acordo preliminar para reduzir as hostilidades e retomar as negociações.
Já a Ponte da Integração citada pelo presidente foi inaugurada em dezembro do ano passado. A estrutura funciona ainda funciona parcialmente e tem restrições de tráfego. Atualmente, está autorizada apenas a passagem de caminhões.
Ao comentar a integração entre os países do Mercosul, Peña disse que o sucesso das obras de infraestrutura deve ser medido pelo impacto na vida da população.
Lula e Peña se reuniram na Cúpula do Mercosul, onde falaram sobre a Ponte da Integração — Foto: Presidência do Paraguai
📰 Fonte: g1.globo.com
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