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México vence África do Sul e abre Copa do Mundo com vitória no Azteca
Foi assim que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, descreveu a Copa do Mundo da Fifa de Futebol Masculino que começou na quinta-feira (11) nos Estados Unidos, México e Canadá.
O dirigente máximo da organização descreveu este primeiro Mundial disputado em três países, com 48 seleções e 104 partidas, como a edição mais inclusiva, acolhedora e unificadora do torneio já promovida até hoje.
Mas muitas outras pessoas usariam adjetivos diferentes.
Esta poderá ser, por exemplo, a edição mais politizada, a mais cara, possivelmente a mais quente ou a mais poluidora. E, sem dúvida, a mais lucrativa para a Fifa.
Montagem mostra Donald Trump e Gianni Infantino — Foto: BBC
Seja qual for o ponto de vista, o que parece certo é que, além do espetáculo dentro de campo, esta Copa do Mundo gigantesca poderá se tornar uma das mais controversas da história.
Desde a polêmica sobre os custos para os torcedores e os impactos da geopolítica e das políticas migratórias até questões de segurança, condições meteorológicas extremas, sustentabilidade e o papel do presidente americano, Donald Trump, o megatorneio vem causando inquietação e entusiasmo na mesma medida.
📰 Fonte: g1.globo.com
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