/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/2/sL2LtATQCaMLhDAfQzog/captura-de-tela-2026-07-01-123721.png)
EUA sancionam duas pessoas e três empresas brasileiras por suposta ligação com o PCC em 1º de julho de 2026. — Foto: Reprodução/Departamento do Tesouro dos EUA
O governo Trump anunciou nesta quarta-feira (1º) sanções contra dois brasileiros, três empresas baseadas no Brasil e uma empresa portuguesa por suposta ligação com a rede de lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo o comunicado do governo dos EUA, todos os bens das pessoas sancionadas que estejam nos Estados Unidos ficam bloqueados e serão reportados ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC na sigla em inglês).
Além disso, qualquer empresa que pertença, direta ou indiretamente, em 50% ou mais às pessoas sancionadas também será bloqueada.
Os EUA proíbem ainda todas as transações realizadas por pessoas dos EUA (ou dentro do território americano/em trânsito) que envolvam qualquer propriedade ou interesse de pessoas sancionadas.
O comunicado alerta também que instituições financeiras estrangeiras que "conscientemente facilitem transações significativas para os sancionados" correm o risco de sofrer sanções secundárias - o que pode incluir a proibição ou imposição de condições rigorosas para manter contas nos Estados Unidos.
Esta é a primeira rodada de sanções econômicas divulgadas pelo governo Trump contra alvos que acredita ter relação com a facção brasileira após ter classificado o PCC e o CV como grupos terroristas internacionais, em junho.
No comunicado do Departamento do Tesouro, o governo Trump voltou a chamar o PCC de "maior organização criminosa transnacional do Hemisfério Ocidental" e afirmou que a facção representa uma "ameaça significativa à segurança nacional dos EUA".
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.