/https://s04.video.glbimg.com/x720/992055.jpg)
Negociação de ações da empresa começará no dia 12 de junho — Foto: Getty Images via BBC
São 7h25 da manhã do dia 13 de outubro de 2024 na Starbase, perto de Boca Chica, no lado texano da fronteira entre os Estados Unidos e o México. Na plataforma de lançamento, está o maior foguete já construído.
Seus motores entram em funcionamento e a nave sobe pelos céus sobre o Golfo do México sob gritos e aplausos na sala de controle da SpaceX.
Mas o lançamento não é o principal acontecimento. Tudo o que sobe precisa descer, e a forma como esse foguete retorna à Terra se tornará um marco da exploração espacial.
Sete minutos depois, o enorme foguete propulsor que impulsionou a nave em direção ao espaço começa a cair de volta à Terra, até que seus motores se reativem como planejado.
Ele reduz a velocidade da descida e se posiciona com precisão milimétrica para ser capturado por uma estrutura chamada Mechazilla, apelidada de "hashis" (os "pauzinhos" da culinária japonesa), em uma operação inédita realizada pelos engenheiros.
Em meio aos gritos de comemoração e aos cumprimentos na sala de controle da SpaceX, o empresário Elon Musk diz a seus milhões de seguidores nas redes sociais que aquele é um "grande passo para tornar a vida multiplanetária", um foguete reutilizável capaz de reduzir drasticamente os custos de lançamentos para a órbita da Terra, a Lua e, um dia, Marte.
Uma empresa com visão futurista liderada por alguém que muitos descrevem como um gênio excêntrico e fora dos padrões, a SpaceX e Musk frequentemente são comparados a Tony Stark, líder da Stark Industries e também conhecido como Homem de Ferro no universo dos quadrinhos da Marvel Comics.
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.