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Para jovens, crescer financeiramente e assumir um cargo de gestão deixaram de ser sinônimos — Foto: Christin Klose/dpa-tmn/picture alliance
Crescer na carreira, ganhar mais e conquistar bons benefícios é o sonho de praticamente todo trabalhador. Mas, para os mais jovens, esse caminho nem sempre passa por um cargo de liderança. É o que apontam pesquisas globais, como o levantamento da consultoria Deloitte, realizado em 2025.
Por outro lado, o mesmo estudo revela uma preocupação crescente com as finanças. Entre os participantes, 48% da Geração Z e 46% dos millennials afirmaram não se sentir financeiramente seguros.
Em 2024, esses índices eram de 30% e 32%, respectivamente, o que representa uma piora expressiva em apenas um ano.
Nesse cenário, ganhar mais dinheiro e assumir um cargo de gestão deixaram de ser objetivos necessariamente interligados. Trata-se de uma tendência global que também já se reflete no Brasil.
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A rejeição à liderança está longe de ser uma regra geral. Para Lina Nakata, professora e pesquisadora da FIA Business School e autora do estudo Lugares Incríveis para Trabalhar, é um mito dizer que as gerações mais novas não querem liderar.
No recorte do primeiro semestre deste ano da pesquisa que coordena, os jovens apresentam uma propensão 32% menor de desejar cargos de liderança em comparação à média dos profissionais. Entre os entrevistados de 18 a 22 anos, liderar é prioridade para 15%. Já entre aqueles de 33 a 39 anos — faixa etária que registra o maior interesse por cargos de gestão — o percentual sobe para 23%.
📰 Fonte: g1.globo.com
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