O treino em jejum tem ganhado cada vez mais espaço entre pessoas que desejam reduzir o percentual de gordura corporal de forma eficiente. A estratégia consiste em realizar atividades físicas após várias horas sem alimentação, geralmente pela manhã. Nesse cenário, o organismo passa por adaptações metabólicas que favorecem o uso das reservas de gordura como fonte de energia. Apesar dos possíveis benefícios, é importante entender como esse método funciona e quais cuidados são necessários para obter resultados sem comprometer a saúde ou a massa muscular.
Durante o jejum, os níveis de insulina permanecem mais baixos, facilitando a liberação de gordura armazenada nas células adiposas. Como a disponibilidade de glicose é menor, o organismo tende a buscar energia em outras fontes para manter o corpo em funcionamento.
Esse mecanismo metabólico é o que torna o jejum uma ferramenta tão comentada quando o assunto é a queima de gordura e o emagrecimento. Para entender melhor como o corpo utiliza esses substratos de energia na prática e se vale a pena treinar sem comer, assista ao vídeo do Dr. Leonardo Higashi, do canal @Clínica Higashi, onde ele desvenda os mitos e verdades sobre a atividade física em jejum:
Nem todas as modalidades apresentam o mesmo desempenho nesse estado metabólico. Exercícios aeróbicos moderados costumam ser os mais indicados, pois exigem menos energia imediata proveniente dos carboidratos.
As atividades abaixo geralmente apresentam melhor adaptação ao jejum:
Essas modalidades permitem que o organismo utilize gordura de forma eficiente sem gerar uma sobrecarga excessiva, favorecendo a consistência dos resultados ao longo do tempo.
Embora seja uma prática segura para muitas pessoas saudáveis, o jejum pode não ser adequado para todos. Dependendo da intensidade do treino e das características individuais, alguns desconfortos podem surgir durante a atividade física.
Os sinais mais comuns que merecem atenção incluem:
📰 Fonte: catracalivre.com.br
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