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Trump admite que pediu para Fifa revisar cartão vermelho
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, se defendeu das críticas de interferência política na decisão que anulou o cartão vermelho dado ao jogador da seleção dos Estados Unidos Folarin Balogun, durante a última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo, contra a Bósnia Herzegovina.
Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar que pediu para ele que a federação revisasse o cartão vermelho aplicado ao jogador, Infantino admitiu que recebeu um telefone de Trump, mas garantiu que não teve nenhum poder sobre a decisão tomada e que informou apenas que um processo legal estava em andamento no Comitê Disciplinar da federação.
Gianni Infantino, ao centro, ao lados de dirigentes do Canadá e de Marrocos — Foto: REUTERS/Hannah Mckay
Pouco antes, questionado sobre o tema em uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, Trump disse que não considerou justa a falta marcada pelo árbitro "horrível" e se rebateu as acusações de interferência política na competição:
O árbitro da partida foi o brasileiro Raphael Claus.
🔎 Após revisar o lance no VAR, Claus expulsou Balogun aos 18 minutos da etapa final. O atacante recebeu o cartão vermelho por um pisão no tornozelo de Muharemovic.
Trump durante entrevista à imprensa no Salão Oval da Casa Branca nesta segunda-feira (6). — Foto: Reuters/Evan Vucci
📰 Fonte: g1.globo.com
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