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Miriam Leitão: BC ainda tem juros altos para esfriar economia
O presidente eleito em outubro deste ano para governar o país no próximo mandato, de 2027 a 2030, encontrará o país com o desemprego no menor nível da série histórica e a balança comercial siga apresentando resultados positivos.
O próximo chefe do Executivo encontrará, porém, um cenário econômico adverso, marcado pela desaceleração da economia em meio a juros elevados, segundo especialistas.
A baixa produtividade da economia, a instabilidade internacional, o alto endividamento das famílias e as projeções de inflação acima da meta também deve continuar sendo um obstáculo ao crescimento do país.
O g1 conversou com especialistas para entender o que o próximo presidente pode fazer para melhorar o ambiente econômico do país.
Para a economista Zeina Latif, sócia-diretora da Gibraltar Consulting e professora do Insper, a evolução da economia passa por uma melhora no cenário político.
A economista afirma que será necessário uma "pacificação do país" que permita a criação de uma base aliada no Congresso — o que aumentaria a capacidade de implementação da agenda econômica do futuro ocupante do Palácio do Planalto.
Três setores da economia — Foto: Divulgação/SEBRAE, Marcos Oliveira/Agência Senado e Governo do Ceará
📰 Fonte: g1.globo.com
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