/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/a/h/xTiMWNTFOhn6fVWm2dnQ/2026-05-20t115041z-1-lynxmpem4j11t-rtroptp-4-mbrf-results.jpg)
Currais em São Paulo usam biometria facial em bois
O setor de carne bovina brasileiro deve enfrentar um cenário internacional bem mais desafiador ao longo de 2026.
A combinação de conflitos geopolíticos, imposição de novas tarifas e barreiras comerciais no exterior tem criado obstáculos adicionais para a cadeia produtiva, segundo avalia o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa.
Durante evento do setor em São Paulo nesta quarta-feira (5), o presidente da ABIEC destacou que a situação macroeconômica global e as decisões unilaterais de grandes parceiros comerciais exigirão maior flexibilidade e capacidade de adaptação das indústrias brasileiras.
A mudança no ambiente externo já se reflete de maneira direta nas projeções de oferta e processamento do país. Segundo estimativas apresentadas pela Abiec, o volume de abate no Brasil deve girar em torno de 40 milhões de cabeças de gado em 2026, indicando uma desaceleração no ritmo de produção industrial em comparação com o período anterior.
Gado confinado em Barretos, São Paulo. — Foto: Joel Silva/Reuters
O cenário de maior cautela esperado para a pecuária brasileira em 2026 contrasta com o desempenho registrado no ano passado. Em 2025, o setor viveu um período de oferta elevada de animais e forte ritmo de produção nos frigoríficos.
Ao longo do ano, o Brasil movimentou cerca de 42 milhões de cabeças de gado, impulsionado por um momento favorável do ciclo pecuário e pela demanda internacional aquecida.
📰 Fonte: g1.globo.com
Clique em "Comentar" acima para carregar os comentários.