Robôs e internet bloqueada: os bastidores da cobertura do Salão de Pequim
O Salão do Automóvel de Pequim tem muitos superlativos, e um deles ajuda a dimensionar o tamanho do evento quando comparado ao Salão de São Paulo: a área total dos pavilhões na China era quase seis vezes maior que a da capital paulista: 380 mil metros quadrados contra 64 mil.
(O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.)
Houve conteúdo de sobra para cerca de 890 mil visitantes. Uma parcela significativa deles adotou uma prática bastante popular na China: transmissões ao vivo.
Em vez de câmeras dedicadas à produção de fotos ou vídeos, o que mais chamava a atenção de quem circulava pelos estandes era o uso de transmissões ao vivo, em um formato bastante peculiar.
Lives borbulhavam no estandes do Salão de Pequim — Foto: André Fogaça/g1
O cenário se repetia: um tripé compacto, com haste elevada até o rosto do apresentador, um celular apontado para o carro, outro na mão com informações e uma narração contínua, acompanhada por comentários do público na tela.
Do apresentador, só a voz e, em raras oportunidades, o braço aparecia para apontar algum detalhe.
📰 Fonte: g1.globo.com
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