O zumbido de abelhas entre flores durante o dia geralmente mostra que o jardim oferece alimento e abrigo para polinizadores. Essa presença é um sinal positivo de atividade ecológica, embora não prove, sozinha, ausência completa de pesticidas.
As abelhas visitam flores para coletar néctar e pólen, recursos usados na alimentação da colônia e das crias. Quando aparecem regularmente, indicam que há floração disponível, diversidade vegetal e condições minimamente favoráveis à sua sobrevivência local.
Muitos defensivos agrícolas podem afetar orientação, alimentação, reprodução ou sobrevivência desses insetos, dependendo do produto e da exposição. Por isso, jardins com manejo cuidadoso, sem aplicações inadequadas, tendem a oferecer um ambiente mais seguro para a polinização.
O movimento das abelhas costuma revelar estas condições:
A abelha pertence a um amplo grupo de insetos intimamente ligado às plantas com flores. Ao transportar pólen entre estruturas florais, esses animais favorecem a fecundação, a formação de frutos e a produção de sementes também.
Frutas, hortaliças, sementes e plantas nativas dependem em graus diferentes da visita de polinizadores. A presença de abelhas aumenta a eficiência reprodutiva de muitas espécies e sustenta cadeias alimentares, agricultura e conservação da biodiversidade em áreas rurais e urbanas.
O Brasil abriga numerosas abelhas nativas conhecidas como sem ferrão, entre elas jataí e mandaçaia. Elas formam colônias, coletam néctar e pólen e visitam diferentes flores, contribuindo para a polinização de cultivos, jardins e espécies da vegetação brasileira.
Jataí e mandaçaia são importantes polinizadoras
📰 Fonte: catracalivre.com.br
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