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Equipes de emergência em frente a escombros de prédio derrubado por terremotos históricos em Caracas, na Venezuela, em 25 de junho de 2026. — Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
Um site criado para rastrear pessoas desaparecidas nos terremotos históricos que devastaram a Venezuela listava mais de 24 mil pessoas até o início da tarde desta quinta-feira (25).
O número é extraoficial por ser alimentado pela população, porém dá uma dimensão da devastação causada pelos tremores de magnitudes 7,5 e 7,2 que atingiram o território venezuelano na noite de quarta. Pelos números oficiais, até o momento o governo venezuelano registrou mais de 160 mortos e centenas feridos. Leia mais abaixo.
O site foi criado por líderes da oposição venezuelana e continha mais de 24 mil nomes às 13h30 desta quinta no horário de Brasília.
O número de desaparecidos no site, assim como os dados oficiais de mortos e feridos, devem aumentar ainda mais. Isso porque os terremotos derrubaram prédios e casas em diversas regiões do país em um momento que os venezuelanos estavam em casa —era um feriado nacional no país. Cerca de 500 equipes de emergência estavam trabalhando desde a noite de quarta-feira para resgatar vítimas sob os escombros.
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O Serviço Geológico dos Estados Unidos, especializado em eventos sísmicos, calculou que o número de mortes causados pelos terremotos pode chegar aos 10 mil, conforme os trabalhos de busca avançam pelo país.
Os terremotos provocaram pelo menos 30 réplicas nas horas seguintes, segundo o governo venezuelano. Os tremores foram sentidos também em cidades do Norte do Brasil.
📰 Fonte: g1.globo.com
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