Tetris Forever reúne 21 jogos ao todo — três deles lançados como conteúdo pós-lançamento — distribuídos pela AcademySoft, Spectrum Holobyte e Bullet-Proof Software/BPS, além de um jogo novo:
O Tetris de Elektronika 60 é curioso por ser a primeira versão do jogo, criada por Alexey Pajitnov. Como foi lançado em um hardware bastante limitado e fabricado exclusivamente para a União Soviética, a Digital Eclipse precisou recriar o jogo para incluí-lo na coletânea.
A mecânica também é diferente das demais versões. Além do Hard Drop, recurso predominante nos Tetris mais atuais, o jogo não registra pontos quando as linhas são formadas. A pontuação acontece quando as peças caem.
Também vale destacar os títulos da Bullet-Proof Software, antiga produtora de jogos de Henk Rogers. A coletânea apresenta títulos inéditos no Ocidente, como Igo, que não é um Tetris, mas uma adaptação do jogo de tabuleiro japonês Go. Ele também foi a porta de entrada para a BPS lançar jogos nos consoles da Nintendo.
Outro destaque é o Tetris de Famicom, bastante diferente do tradicional Tetris de NES da Nintendo.
Há ainda os títulos da série Bombliss, desenvolvidos por Tsunekazu Ishihara, produtor de Pokémon e atual CEO da The Pokémon Company. O objetivo de Bombliss é jogar com peças que possuem pequenas bombas. Quando elas formam um quadrado, transformam-se em uma espécie de mega-bomba.
Por último, temos Tetris Time Warp, desenvolvido pela própria Digital Eclipse.
O jogo apresenta diferentes modos, como os Score Attacks, o modo 1989 — uma releitura do Tetris de Game Boy, já que o título original não poderia ser incluído na coletânea por ter sido produzido pela Nintendo — e o modo Time Warp.
📰 Fonte: catracalivre.com.br
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