
Parabéns a todos. Chegamos a 24 dias de Copa do Mundo sem que Donald Trump tivesse muito a ver com o torneio. No entanto, nesta segunda-feira (6), apesar de todos os gols incríveis marcados e de todas as narrativas dramáticas contadas, a própria integridade do torneio está sendo questionada por conta das aparentes ações de um homem e de sua relação perigosamente próxima com o presidente da Fifa.
"Eu não achei que foi falta", disse Trump a jornalistas nesta segunda sobre um incidente que tomou conta do mundo.
Você provavelmente percebe, pela introdução, que não gosto do fato de esta Copa do Mundo brilhante e turbulenta ter sido arrastada para esse tipo de controvérsia. Estava tudo indo tão bem. Parecia que nem mesmo os políticos conseguiriam estragar desta vez.
Se você perdeu essa notícia, aqui está um breve resumo para te atualizar. Durante o jogo dos EUA na fase 16-avos, contra a Bósnia e Herzegovina, o atacante Folarin Balogun foi expulso por uma falta em um adversário.
Ele não teve a intenção de fazer o que fez, mas seu pé acabou raspando pela perna de um defensor, o que poderia ter causado uma lesão grave. De qualquer forma, ele foi expulso e a Fifa apontou para uma regra em seu regulamento que estabelecia que Balogun perderia o próximo jogo ao cumprir sua suspensão obrigatória de uma partida.
A US Soccer afirmou que não poderia recorrer da suspensão e começou a elaborar um plano de como vencer a Bélgica esta noite sem seu principal artilheiro.
Apenas ontem, a Fifa decidiu suspender a punição de um jogo por um ano, permitindo que Balogun disputasse a partida das oitavas de final e o restante do torneio.
Assim que a notícia veio a público, a maioria das pessoas imaginou o que poderia ter acontecido. E tudo indica que estavam certas. Donald Trump agradeceu à Fifa por "reverter uma grande injustiça" no Truth Social, e uma fonte familiarizada com o assunto disse à CNN que o presidente conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e pediu que ele revisasse a decisão.
📰 Fonte: cnnbrasil.com.br
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