Ufa, empatamos com Marrocos

Ufa, empatamos com Marrocos
Ufa, empatamos com Marrocos

Time joga mal, mas consegue o empate contra equipe muito mais bem organizada

Oito mil setecentos e oitenta dias depois daquela vitória sobre a Alemanha que significou o pentacampeonato, o Brasil volta a campo – seis Copas depois – ainda tentando o hexa. E os sinais foram pouco alentadores. Empatou com Marrocos por 1 x 1, em um jogo em que os adversários foram muito melhores como equipe e o Brasil empatou com um gol fruto de talento individual de Viniciur Jr.

O Brasil começou com Alisson, Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Igor Thiago, Raphinha e Vinícius Jr.

Os primeiros dez minutos foram assustadores. Havia um desnível muito grande entre os dois times. A favor de Marrocos. Eles tocavam a bola, estavam sempre próximos, trocavam passes, atacavam pelos dois lados. O Brasil mostrava o grande defeito que precisa ser corrigido para sonhar com coisas maiores: um grande espaço no meio campo, que todo adversário de bom nível vai aproveitar.

Então, passou o nervosismo. Já não havia tantos erros de passes e o jogo foi se equilibrando, mas aos 21 minutos, Brahim Diaz, do Real Madrid acertou belo passe para Saibari. Ele apareceu entre os volantes e os zagueiros e fez, de cavadinha. Ele nasceu na Espanha, mas é filho de marroquinos. Faz uma temporada muito boa no PSV.

Foi a senha para Marrocos subir novamente no jogo e os erros do Brasil aparecessem.

Na parada para a hidratação, Ancelotti pediu para Paquetá jogar mais pelo meio e deixar a ponta direita para Raphinha. Novamente, houve melhora. E veio o gol brasileiro. Brasileiro mesmo, no nosso velho estilo. Vinícius tabelou com Bruno Guimarães e fez, no canto esquerdo de Bono. No final do primeiro tempo, Paquetá teve uma chance, mas perdeu. Foram seis chutes do Brasil e 12 de Marrocos.

No intervalo do jogo, Ancelotti fez duas trocas: Fabinho por Casemiro e Danilo por Ibañez. Não eram substituições que entusiasmassem ou apontassem para  uma mudança tática ou técnica. Era apenas a tentativa de não perder um jogador, pois os que saíram, estavam amarelados. Frutos de faltas necessárias diante de um time melhor.


📰 Fonte: revistaforum.com.br

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