Um robô subaquático de 12,75 polegadas entrou sozinho em um tubo de torpedo de 21 polegadas e saiu de ré: o teste que pode permitir a submarinos lançar e recuperar drones sem mergulhadores

Um robô subaquático de 12,75 polegadas entrou sozinho em um tubo de torpedo de 21 polegadas e saiu de ré: o teste que pode permitir a submarinos lançar e recuperar drones sem mergulhadores
Um robô subaquático de 12,75 polegadas entrou sozinho em um tubo de torpedo de 21 polegadas e saiu de ré: o teste que pode permitir a submarinos lançar e recuperar drones sem mergulhadores

A modernização das marinhas mundiais exige soluções seguras para missões em ambientes hostis. A recente capacidade de manobra de um veículo subaquático demonstra como a engenharia naval busca afastar tripulações de perigos extremos, elevando a eficiência operacional das frotas através de automação avançada.

Durante testes no lago Seneca, em Nova York, a empresa HII utilizou o drone REMUS 620 para validar movimentos estratégicos. O exercício usou uma estrutura submersa especial projetada para reproduzir fielmente o tubo de torpedo padrão de submarinos da classe Virginia com precisão.

Com doze polegadas e três quartos de diâmetro, o equipamento robótico conseguiu navegar de modo independente rumo à abertura cilíndrica de vinte e uma polegadas. Esse diâmetro garante a compatibilidade necessária para acomodar o equipamento sem demandar modificações estruturais no submarino militar.

O dispositivo navegou sozinho até encontrar a entrada do mecanismo, efetuando o encaixe perfeito na base denominada SAFECAP. O procedimento confirmou que a robótica autônoma consegue executar manobras delicadas de acoplamento sob as ondas sem requerer cabos ou orientação manual contínua.

Após o acoplamento bem sucedido, o veículo realizou a manobra inversa de desacoplamento, saindo em marcha a ré do compartimento tubular. Esse movimento, conhecido como reverse swimout, prova a viabilidade mecânica de liberar e recolher a unidade sem girar o corpo no tubo.

Abaixo, um vídeo do canal HII no YouTube que aprofunda os pontos discutidos neste tema:

O projeto contou com a cooperação de órgãos científicos e divisões militares especializadas em tecnologia marinha. A Woods Hole Oceanographic Institution atuou juntamente com a divisão Newport do Naval Undersea Warfare Center, unindo pesquisa oceanográfica aplicada ao desenvolvimento de sistemas de defesa submarina.

Essa parceria permitiu criar interfaces confiáveis para testes rigorosos em ambientes aquáticos controlados. O trabalho integrado garantiu que os algoritmos de navegação e as respostas físicas atendessem aos requisitos exigentes da marinha, consolidando avanços na pesquisa com foco em resultados práticos de segurança operacional.


📰 Fonte: catracalivre.com.br

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